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domingo, 15 de maio de 2016

Minha coleção de livros

Sempre gostei de ler, fui incentivada desde cedo pela minha mãe e peguei gosto pela coisa. Mas só quando já era adolescente que comecei a pegar gosto por ter os livros, e não só ler. 
Antes dessa época eu lia os livros do meu irmão, pegava emprestado, ia nas bibliotecas da minha cidade e os poucos livros que tinha eu vivia trocando nos sebos quando terminava a leitura.
Hoje eu posso dizer que ter uma biblioteca é a única 'coisa grande' que ainda quero(já abandonei a ideia de casa própria e de um carro, quem sabe um dia não falo disso por aqui)!

Aos poucos fui comprando meus livros preferidos. Lembro que minha primeira 'loucura' foi comprar as coleções completas de Harry Potter, Guia do Mochileiro das Galáxias, Percy Jackson e os Olimpianos e As Brumas de Avalon. Foi uma alegria só quando chegou a caixa enorme pelos correios. 

De lá pra cá investi muito mais em livros, mas definitivamente estou longe de atingir meus objetivos. Recentemente fiz uma estante rústica pra poder comportar meus livros. Antes eles ficavam espalhados entre as prateleiras do meu quarto(livros não lidos) e a estante da sala(livros lidos). Quem me acompanha no Instagram viu a transição dos livros da mesinha passarem pra estante.

Livros para serem lidos!
Construção da estante!

Estante atual! Minha queridinha!

 Hoje eu me empenho em conseguir todos os livros que já li mas que ainda não estão comigo e os livros que quero ter. Essa semana mesmo comprei quatro, em breve apresento eles por aqui!

Mais alguém é louca dos livros também? rsrs

sábado, 14 de maio de 2016

Resenha: O Alquimista, de Paulo Coelho

Título: O Alquimista
Autor: Paulo Coelho
Editora: Sextante
Páginas: 176
Consegui... Ganhei de um aluno(meu amor) de JP <3

Resumo: O grande norteador dessa história é o sonho que um jovem pastor de ovelhas chamado Santiago tem. Nesse sonho ele é levado até um grande tesouro escondido próximo às pirâmides do Egito.
No início do livro, Santiago ignora completamente o sonho que tem, mas um dia, após encontrar um velho na cidade, tudo muda. O velho fala sobre algo chamado "Lenda Pessoal", que segundo ele, todas as pessoas possuem, mas que poucas pessoas procuram. Ele diz que a lenda pessoal de Santiago é encontrar esse tesouro e que ele não deve desistir por nada.


Minhas impressões:  Conheci Paulo Coelho em 'Maktub' e já está na estante 'Diário de um Mago'. O livro como sempre traz muitas referências espirituais, místicas e até religiosas. A presença de Deus é constante e muito se fala sobre os mistérios do Universo!
O livro é uma delícia, várias vezes me fez pensar sobre a minha própria vida e qual seria a minha lenda pessoal. Como sou uma pessoa bastante indecisa, absorvi de verdade os ensinamentos das pessoas que Santiago encontrou no caminho pelo seu tesouro e trouxe um pouquinho pra minha realidade. Se o leitor estiver disposto a fazer isso, com certeza 'O Alquimista' vai ser mais que um simples livro.


Essa é a foto do meu exemplar, que ganhei do fofíssimo
Rafael Carneiro, na minha viagem à João Pessoa! <3

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Resenha: Extraordinário de R.J. Palácio

Título: Extraordinário
Autor: R.J. Palácio
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Consegui... Comprei em um sebo em JP <3

Resumo: Extraordinário conta a história de August Pullman. Um garoto de 10 anos muito especial para sua irmã e seus pais. Auggie nasceu com uma síndrome genética que deixou seu rosto deformado.Apesar da pouca idade, ele já passou por 27 cirurgias, o que o impediu de frequentar a escola tradicional, sendo educado pela mãe em casa, até agora.
Certo dia, os pais de Auggie decidem que está na hora de ele ir pra escola de verdade, para aprender a lidar com as pessoas fora de seu bairro e fazer amigos.
A tarefa de Auggie se torna um pouco difícil quando ele precisa mostrar aos novos colegas de escola que apesar da aparência incomum, ele é igual a todos os outros meninos. Tudo isso por que desde que visitou a escola pela primeira vez, Auggie percebeu que seria uma tarefa difícil convencer as pessoas de que por trás do rosto diferente, existe um menino inteligente e divertido, e que como qualquer outra criança, quer se divertir e aproveitar a vida, mas para ele, apesar de não ser algo raro, é difícil conviver com demonstrações de desprezo por parte de alguns colegas. No livro, somos apresentados à vida de Auggie e ao bullyng que ele sofre, podemos sentir 'na pele' o preconceito das pessoas e como elas podem ser cruéis. 

Minhas impressões:  Não tem como um livro que cita Star Wars, o Hobbit, Diário de um banana e As crônicas de Nárnia desapontar né? Se eu pudesse resumir? Extraordinário! Parece clichê, mas é verdade, a primeira vez que peguei nesse livro não me interessei, mas fiz uma promessa pessoal de um dia terminar, e assim foi. Não me arrependi nenhum pouco. A delicadeza como os temas são abordados, a maldade das crianças, a dor de um menino, as dificuldades da família em conviver com alguém tão especial são narradas de forma a nos sentir ao lado de Auggie. O que me chamou atenção e me fez gostar ainda mais do livro é a divisão dele, cada parte da história é apresentada conforme a visão de cada personagem. Seja o Auggie, seja o amigo dele, seja a irmã ou até o namorado da irmã. 

Mas o livro não cativa apenas pelo menino, a história mostra pedaços da vida das pessoas em volta dele e em como eles também sofre devido toda a 'situação', a irmã dele por exemplo, precisou conviver, desde que ele nasceu, com a certeza de que outra pessoa dentro de casa sempre receberá mais atenção do que ela. Outro 'coadjuvante' que me chamou atenção, é o professor de Auggie, que apresenta aos alunos, em cada aula, um preceito, e pede que eles criarem seus preceitos para seguirem durante o mês.

Não tem como não se apaixonar por August, e o final é tão, tão, tão fofo. Devo ter amadurecido uns 3 anos após ler o livro.

"Sei que não sou um garoto de dez anos comum. Quer dizer, é claro que faço coisas comuns. Tomo sorvete. Ando de bicicleta. Jogo bola. Tenho um Xbox. Essas coisas me fazem ser comum. Por dentro. Mas sei que as crianças comuns não fazem outras crianças comuns saírem correndo e gritando do parquinho. Sei que os outros não ficam encarando as crianças comuns aonde quer que elas vão. Se eu encontrasse uma lâmpada mágica e pudesse fazer um desejo, pediria para ter um rosto comum, em que ninguém nunca prestasse atenção."

Ah Auggie, como não amar? 

Recomendaria o livro um milhão de vezes se pudesse.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Resenha: Cidades de Papel de John Green

Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 368
Consegui... Comprei em um sebo em JP <3

Resumo: Nosso protagonista é Quentin Jacobsen. Um garoto que nutre uma paixão pela sua vizinha e "ex-amiga" Margo Roth Spiegelman. Ambos estudam na mesma escola e apesar de terem sido grandes amigos na infância, hoje Margo trata Quentin como se fosse apenas um conhecido distante.
Margo é apresentada como uma garota de personalidade incrível porém um comportamento um tanto quanto estranho, como sumir sem dizer aonde foi e depois voltar com histórias incríveis.

Após um dia normal na escola, Margo entra no quarto de Q tarde da noite querendo que ele acompanhe ela em uma espécie de vingança em 13 passos. Mesmo com toda relutância, ele vai. Após concluir todas as etapas, ficar mais apaixonado do que nunca, Q dorme com a esperança de que a partir do dia seguinte, ele e Margo retomem a amizade que tinham na infância, mas não é nada disso que acontece. 

No dia seguinte, Q descobre que Margo fugiu mais uma vez, ou seja, todos os planos que ele tinha feito foram por água abaixo, porém, em uma conversa entre seus pais e os pais dela, Q descobre que toda vez que fugia, Margo deixava pistas sobre para onde iria. Baseando no que aconteceu na noite do desaparecimento e na primeira pista deixada por Margo, em que Q tem certeza que foi pra ele, nosso protagonista resolve encontrar ela, onde quer que esteja.

Minhas impressões:  Bom, fui ler o livro mais pela curiosidade de saber se todos os livros do Jhon Green eram bons, após 'A culpa é das estrelas' e 'Quem é você, Alaska?', eu criei muitas expectativas. Dos três, é o mais fraco, mas não decepcionou. O carinho de Q por Margo é lindo, mas se eu fosse amiga dele eu diria: 'você precisa ter mais amor próprio". A fixação dele por ela é tão grande que isso ameaça até a relação com os dois melhores amigos. Inclusive, os melhores momentos foram graças à eles.

"O PNC era um Buick de quinze anos de idade que havia sido conduzido impunemente por todos os três irmãos mais velhos de Ben, e, quando chegou às  mãos dele, era composto basicamente de fita adesiva e massa de reparo. Seu nome    completo era Pé na Cova, mas a gente abreviava para PNC. O PNC não rodava  com gasolina; era movido pelo combustível inesgotável que é a esperança  humana. A gente sentava no flamejante estofamento sintético e torcia para o  carro pegar, e então Ben girava a chave e o motor tentava pegar duas vezes, feito  um peixe estrebuchando em terra firme. E a gente torcia com mais fervor, e o  motor quase pegava mais umas duas vezes. E a gente torcia um pouco mais, e  finalmente ele dava partida."


"— Na última vez que senti tanto medo, mijei nas calças.
 — Na última vez que senti tanto medo — diz Radar —, foi porque tive que
enfrentar o Lorde das Trevas para tornar o mundo um local seguro para os
bruxos.
Fiz uma tentativa meio caída:
 — Na última vez que senti tanto medo, tive que dormir no quarto de
minha mãe.
Ben solta uma risada.

 — Q,se eu fosse você, ficaria com medo assim Todas. As. Noites."

Infelizmente pra entender boa parte das piadas, é preciso ler o livro todo, mas vale a pena. Eu particularmente acho graça só em reproduzir alguns trechos aqui pra vocês. 

"-E aí, que diabos a gente faz agora? - perguntou Ben.
 -Não fale assim na frente de Ruthie - repreendi.
 -Ruthie, você se importa que eu diga "diabos"?
 -A gente não acredita em diabo-foi a resposta dela
 -Gente- interrompeu Radar-, a porta."

Esse é um daqueles livros que não se fala muito, pelo menos não pra mim, a história tem tantos detalhes que fazem diferença que comentar perde totalmente o sentido. O livro pra mim teve seu ápice na viagem final em busca da Margo, em que os três amigos e a namorada de um deles resolve passar horas dentro de um carro a fim de seguir a ultima pista dela. Imagine quatro amigos se revezando em um carro, precisando fazer paradas com rapidez digna de corridas de carros em busca de alguém que ninguém sabe ao certo se estará lá. Nessa viagem foi a leitura que mais me agradou, que mais me agitaram e me fizeram seguir com a rapidez de um ninja pra terminar logo.
O final pra mim terminou com aquela incerteza sabe, não vou dizer como foi, mas talvez, quando você ler, se é que já não leu, possa concordar comigo que o final, é apenas a reprodução de uma frase dita em uma determinada parte do livro: "É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo."



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Minhas Impressões: Godzilla

"Quero deixar claro que este post retrata o MEU relato de um filme que EU adoro e que não tem a finalidade de trazer  informações sobre o mesmo. O post tem spoiler sim, mas é só a partir de um determinado momento e eu aviso com antecedência, portanto pode ler sem medo."

Eu sou definitivamente a pessoa menos indicada a fazer um post como este nesse momento, porém a euforia de poder enfim dizer "satisfeita" em relação a um filme é mais forte. 
















Quando eu ainda era criança, eu assisti a um filme que me apresentou o melhor monstro que eu já vi. Alien, predador e qualquer outro tipo de aberração sempre ficou no chinelo quando eu comparava a Godzilla. 

A  remota possibilidade de surgir um monstro com proporções grandiosas sempre me fascinou(oi?). 
Assisti o último Godzilla muitos anos depois do seu lançamento e frustrei-me quando não vi continuação.

Hoje a tarde eu tive acesso através do facebook de um colega que seria a estréia de Godzilla aqui na cidade(Muitíssimo obrigada Janio por isso ). Imediatamente comprei minha entrada pro filme na sessão da 19:20. Só uma palavra: perfeito. Confesso que o imaginava maior, mas mas isso é o de menos. Só pra vocês terem ideia do meu absurdo, o Godzilla apresentado nesse filme tem mais ou menos 150 metros de altura. 

São 150 metros de amor gente! <3


Eu passei muito tempo apenas acompanhando as chamadas de notícias sobre o filme mas sem ler ou assistir nenhum dos trailers já feitos. Foi impossível não ver os cartazes, inclusive minha surpresa ao tamanho dele se deu por causa desse cartaz aí de cima, mas eu realmente queria assistir a filme sem nenhum conceito criado ou expectativa. Eu não conseguir conter minha histeria durante o filme, sendo demonstrado nitidamente nas vezes que gritei, aplaudi e literalmente vibrei(Não me arrependo de nada disso). 

Uma coisa que eu preciso dar ênfase é na qualidade dos efeitos especiais do filme. Infelizmente eu não assisti em 3D mas o nível de realidade tá incrivelmente alto e a sensação que temos é que um monstro gigantesco tá realmente emergindo e vindo pra cidade.

Outro ponto que deu ainda mais magia ao filme é a sonoplastia. Gente, eu preciso dizer: Cada vez que o godzilla urrava, os pelinhos do meu braço se eriçavam e meus olhos enchiam d'água(nenhuma vergonha sobre isso).

Pra quem não sabe o primeiro filme do godzilla é de 1954 e de lá pra cá o Japão já criou inúmeros filmes sobre o monstro. Há duas versões americanas que eu já assisti, uma de 1985 e outra de 1998 que muita gente considera o pior deles. Se quiser saber mais é só clicar que vai direcionar pro link do Filmow.

Pronto, até aqui eu me contive e não contei nenhum spoiler. Se você não quer saber sobre o filme pode apenas curtir o blog e partir pra suas atividades, mas se você não resiste ou já assistiu ao filme, mantenha a leitura.



Uma coisa que achei legal é mostrar que o godzilla não é fruto de experimentos com armas nucleares ou algo do tipo, e sim, que ele na verdade é uma criatura de eras passadas que se manteve no subsolo da terra até hoje. 

Meu resumo: Cientistas descobrem esporos de dois MUTOS(massive unidentifield terrestrial organism). Que pra mim mais parece uma barata gigante. 

Aparência de um MUTO.

O primeiro a aparecer é o macho que já não basta parecer com uma barata, ele voa. Quando ele acorda, a primeira coisa que ele faz é ir atrás da fêmea pra iniciarem a procriação e "embaratar" o mundo todo. Nessa hora é que o Godzilla acorda, por que ele é meio que um "equilibrador" natural. Ele surge pra acabar com essa praga que são os mutos. Quero dar ênfase aqui a fêmea que é imensa, quase tão grande quanto o Godzilla e consegue ser incrivelmente bruta quando é assunto é brigar com o grandão.
Agora, uma coisa que foi uma surpresa pra mim, pois como eu disse eu não li nada sobre o filme, foi o poder do Godzilla.  A luta entre os três no final do filme é simplesmente épica, cheio de efeitos especias e muita destruição pela cidade. Durante uma briga, a cauda do godzilla começa a acender e todo seu corpo vai ganhando uma luminescência em tom branco-zulado e eu não imaginei nem por um segundo que eles fossem trazer toda aquela ideia do "poder especial" do godzilla. Ele solta um rajada super poderosa pela boca ganhando de 10x0 daquela besteira de soltar fogo.


E o melhor de tudo(pra mim) é a invencibilidade do monstro. Godzilla briga com 2 mutos, sofre inúmeros ataques do exército, marinha, power rangers e jaspion, um prédio desaba na cabeça dele e ele simplesmente NÃO MORRE. No finalzinho do filme, eu imaginando que ele tinha ido desta pra melhor, a cidade toda felizona com a ida pro além do monstro e ele levanta e vai embora. Isso me deixou 300% mais feliz por que me dá esperanças de que este filme tenha uma continuação.


Um ponto interessante é que eles tiraram toda aquela melosidade  de casalzinho e amor e blá bklá blá pra dar foco realmente ao que interessa, que é a ação, ou seja, toda a história da caça do Godzilla à sua presa do  e toda a questão da sobrevivência da população.




 Pra mim, o filme está perfeito e merece uma continuação à altura e uma dica que eu dou pra você que nunca assistiu, já assistiu e não gostou ou que simplesmente não tem interesse: ASSISTA!





quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Resenha: A Única Revolução possível é dentro de nós- Mahatma Gandhi




Li esse livro mais por curiosidade já que nunca tinha ouvido falar dele. São apenas 26 páginas e traz algumas frases ditas por Gandhi.
O livro é na verdade um compilado de pensamentos de um homem apaixonado pelo seu deus, buscando da forma mais pura(de acordo com sua crença), mudar e libertar uma Índia das pressões existentes.
E ele me abriu a mente pra uma discussão antiga sobre religião. Quem me conhece sabe que não tenho uma em específico, mas gosto de discutir com pessoas que estão abertas a fazê-lo de forma a falar e a ouvir.
Eu particularmente iniciei o livro cheio de pré-conceitos sobre o autor. Imaginei-o como muitos que se usam da religião para conseguir crescer e principalmente lucrar. Mas comecei a gostar no momento em que percebi que Gandhi, diferente de muitos realmente buscava toda a libertação do mal das coisas palpáveis e buscava a aproximação com o lado humano mais puro, em sua forma espiritual. Até a morte, era vista como um estado de libertação do invólucro de carne.
Confesso que ainda não gosto de muitos trechos que li, sobre toda a coisa de sacrifício e Deus, mas acredito que se pelo menos 50% das pessoas que se dizem fies a Deus(independente da religião) realmente pensasse como Gandhi, o mundo seria bem melhor.
Após algumas pesquisas eu passei a Admirá-lo mais pelo seu trabalho por que apesar de defender veemente seus dogmas religiosos, Gandhi sabia respeitar a opinião dos outros. O que lembra muitas pessoas que acreditam estar mais próximas de Deus e buscam a todo custo “empurrar” suas aspirações religiosas(passadas pelo seus líderes em suas respectivas crenças) goela abaixo das outras pessoas, e ainda se sentem ofendidas quando não concordamos com suas práticas. Posso estar puxando um pouco para minhas experiências pessoais, mas conheço inúmeras pessoas que relatam sofrerem do mesmo tipo de abuso.

 “A regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo e em considerá-lo integralmente como a família humana. Quem faz distinção entre os fiéis da própria religião e os de outra, deseduca os membros de sua religião e abre caminho para o abandono, a irreligião.”

Pra mim, um dos trechos mais verdadeiros e significativos é este abaixo, que fala sobre a necessidade de conhecimento. Concordo que só através dele é possível alcançar níveis mais altos de paz, mas discordo quando o conhecimento é passado de forma a induzi-lo por determinado caminho. Este deve servir como guia para que o cérebro estabeleça qual a verdade que o indivíduo considera e acredita. A existência ou não de um ser superior ou a influência deste sobre as pessoas é o tipo de assunto que não deveria ser discutido sem que ambas as partes concordassem em ao menos considerar os pensamentos do outro.

“Não pode haver nenhuma paz interior sem verdadeiro conhecimento.”

Sei que tudo ficou um pouco confuso e realmente gostaria de ter sido mais clara, mas infelizmente é raro encontrarmos pessoas que possam realmente discutir sobre Deus e religião sem que estas queiram a todo custo nos fazer acreditar em suas “verdades”.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Resenha: Trilogia Jogos Vorazes

Essa resenha que eu vou fazer foi iniciada há meses quando eu li o primeiro livro da trilogia jogos vorazes da Suzanne Collins.  A resenha do segundo e do terceiro livro eu fiz imediatamente após ter terminado de ler cada um, eu não queria perder muito tempo tentando lembrar de detalhes que considerava importante. O que escrevi retratava exatamente o que eu sentia em relação ao livro e deve ser lido apenas por quem já leu a trilogia. Não só por apresentar inúmeros spoilers, mas por que eu não explico a história, nem sequer forneço uma sinopse sobre ela, apenas falo os motivos da minha imensa decepção com a leitura.

Jogos vorazes

Antes de iniciar a leitura, eu fiquei realmente ansiosa com tudo o que já tinha ouvido falar e confesso que assisti o filme antes de ler o livro, o que me fez aumentar ainda mais a vontade ler o livro. Eu achava que o filme deixava muito a desejar e imaginava que o livro seria mais interessante.
Em comparação ao filme sim, foi, mas quando comparo com todas as criticas que tinha lido, ele me decepcionou um pouco. Em poucas palavras eu diria que eu o odiei. Não de forma geral é claro, mas a parte em que a protagonista começa como uma heroína, se oferecendo para ir ao campo de batalha no lugar da irmã e depois vira uma vaca que só quer usar um jovem apaixonado por ela pra conseguir sobreviver na arena. Processem-me, mas eu odeio Katniss Everdeen. Nada nela parece autêntico, é como se a personagem tivesse sido criado apenas para que os personagens secundários se sobressaíssem.
E é exatamente essa a mágica desse primeiro livro. Todos os outros personagens conseguem ser interessantes. Eu não teria como falar de todos mas um em especial me fez continuar com a leitura. Peeta consegue durante a história inteira ser calmo, agradável e extremamente inteligente. Cada vez que ele aparece, você quase consegue sentir as engrenagens se movimentando em sua cabeça, de forma bem devagar é verdade, mas elas funcionam.
O livro parece que foi feito para que você tivesse certeza de que nenhum personagem está se mostrando 100%. Gostaria mesmo de parabenizar a autora por isso. O enredo é interessante e mostra uma realidade que se mistura com a nossa cada vez mais, infelizmente as pessoas preferem discutir sobre o triangulo amoroso sem graça de Katniss, Peeta e Gale do que analisar toda a crítica feita ao governo e a posição das pessoas em relação a tudo isso.
Esse primeiro livro conseguiu o que normalmente é esperado: chamar a atenção. Acho que se a ideia era fazer as pessoas se interessarem pela leitura, a missão foi concluída. O livro todo parece uma preparação pra algo muito melhor que infelizmente não parece estar visível em nada nesse começo. Mas isto não é algo que qualquer pessoa perceberia. Se alguém parasse de ler agora no primeiro livro, é como se a historia tivesse mesmo chegado ao fim. Eles ganharam os Jogos Vorazes, revolucionaram a história dos jogos com a ideia de dois vencedores em vez de um, mas nada aconteceu. Eles voltaram pra casa. O jogo acabou.


Em Chamas

Eu devorei esse livro mais rápido do que imaginei que faria. Depois da decepção do primeiro eu demorei meses a iniciar em chamas, mas confesso estar satisfeita por ter feito isso. Não mudei muito minha opinião sobre Katniss, em vez de um vaca, ela se tornou um pequeno ratinho no laboratório. Mesmo antes de descobrir ao final do livro que tudo o que ela sabia sobre as revoltas era menos de 5% do que realmente estava acontecendo, Katniss já parecia perdida, desnorteada, desorientada e com um cérebro levemente danificado por não perceber certas coisas óbvias. Minha frustração é maior por que em todos os momentos, Katniss não apresenta traços de grande inteligência, simpatia e nem mesmo se mostra a personalidade de mocinho sarcástico/ irônico ou passivo/meticuloso que muitas vezes os autores se utilizam pra justificar atitudes que costumamos chamar de “sem sentido”. Katniss simplesmente abusa do poder de se apresentar abobada e desesperada. Que heroína é essa que não consegue tomar decisões baseadas em desejos reais, mas na verdade só age impulsionada por uma ação ou pressão gerada por outro personagem?
Até a irmã mais nova de Katniss consegue apresentar uma personalidade mais forte e mais decidida e claramente podemos ver seu amadurecimento através da história. Nesse segundo livro por algumas vezes eu quase consegui gostar de Katniss quando ela quase se tornou uma personagem decidida... Pelo menos até o momento em que ela cai na duvida e deixa de agir por suas próprias vontades. A personagem é manipulada por praticamente todo mundo, até por Peeta.
U estava realmente empolgada pra começar a falar dele. Estou ainda mais apaixonada pelo loiro inteligente que consegue não só conquistar as pessoas com suas palavras e ações como ser agradável até quando ele é rude. A participação dele foi um pouco ofuscada pela de outros personagens que se sobressaíram nesse segundo livro, mas cada vez que ele aparecia, a sensação que eu tinha é que nada podia dar errado e se desse, ele teria um jeito de consertar as coisas.
Preciso também dar um alô pra autora que conseguiu inserir de forma sutil e eficaz cada coadjuvante fazendo as pequenas participações se tornarem incríveis. Haymitch está ganhando espaço e a cada palavra lida eu percebo que ela tem uma historia muito mais incrível do que já foi apresentada.

A esperança

Mencionei algumas vezes que odiei essa trilogia, mas acho que odiei o ultimo livro infinitas vezes mais que os outros dois. Não entendo como alguém pode ser tão cega em praticamente todas as suas atitudes e não ter feito a coisa mais sensata: se matar. Katniss parece que estava tentando prolongar todo sofrimento vivido pelas pessoas a sua volta, em especial a de Peeta. O livro é extremamente confuso, como se a história fosse bem curta e trechos desnecessários tivessem sido introduzidos pra fazer volume. Haymitch está infinitamente mais sensato neste ultimo livro e a forma como ele age, finalmente o retrata como ele é de verdade: um mentor. Gale parece que está lá só pra confundir a cabeça de katniss, por que sinceramente não acho as participações dele muito significativas e Outros personagens conseguiram trazer um brilho especial à história. Estou falando especificamente de Johanna e de Finnick que tornaram a realidade dos Hunter Games mais cruel.
Eu estou tentando até agora entender o que Katniss estava fazendo com Peeta, eu realmente torcia por eles no começo do primeiro livro e esperava que uma hora ela deixasse de ser uma vaca e o tratasse como ele merece, se apaixonando por ele, tornando tudo imensamente mais fácil, mas em vez disso, a história dos dois e em especial o sofrimento de Peeta se arrastou até o terceiro livro quando Katniss percebeu que morreria sozinha na sua antiga casa no 12. Resolvendo então aceitar Peeta como um consolo já que Gale não estava mais ali.
Durante todo esse terceiro livro Peeta foi torturado no Capitol, torturado no 13 e depois torturado em batalha quando precisou acompanhar os rebeldes na invasão ao capitol, foi torturado nos meses que se passaram na tentativa de faze-lo ter uma vida normal de novo e ainda quando voltou ao 12 e reencontrou Katniss que tava meio doidinha. O tempo foi passado e ele novamente foi iludido pela vaca, fazendo ressurgir aquele amor que ele sentia. Não, eu não acredito quando ela disse que o que sentia por ele foi real. Katniss nem em um milhão de anos merecia a pessoa maravilhosa que Peeta foi em todos os três livros.


Uma coisa que eu esqueci de falar sobre os livros é que eu não sei bem explicar como ou por que mas parece que as partes de ação ocorrem como se fosse uma gravação. É difícil de entender, mas durante a leitura, você não sente a tensão de “a guerra esta começando”. Quando você percebe, pessoas estão morrendo, há chamas, tiro, bombas e depois tudo acaba. Faltou arrepiar os braços nessas partes. Pra mim foi um fiasco total.



Sei que muita gente discordará de mim, inclusive em leitura com amigos eu percebi o desacordo deles, mas eu não menti. Minha opinião é essa e todo o burburinho sobre o livro deveria ser sobre quão revoltante ele é com suas partes desconexas e sua protagonista acerebrada. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Resenha: O Segredo- Rhonda Byrne

A primeira coisa que ouvi quando um amigo me pegou lendo esse livro no computador foi:”por que tu ta lendo essa merda?”. Eu apenas perguntei se ele já tinha lido o livro e quando a resposta foi negativa eu apenas o mandei se calar. (juro) Mas não, eu não estou defendendo esse livro, mas acredito que você precisa conhecer algo pra dizer se gostou ou não, afinal, o fato de algo ser ruim ou bom depende de cada pessoa. Na minha opinião, ele é horrível!

Acho que o livro é bem conhecido e os que não ouviram falar do livro devem ter ouvido falar do filme/documentário. A questão é que há alguns anos eu o assisti e fiquei curiosa pra saber se o livro defendia com tanta veemência que o segredo é-a-coisa-mais-perfeita-que-existe mesmo ou se é só balela.
O segredo fala sobre a lei da atração e como tudo o que pensamos volta pra nós de alguma forma. Pelo que entendi, tudo o que imaginamos, desejamos, pensamos ou aspiramos é absorvido pelo universo e em algum momento voltará pra nós. Mas aparentemente o universo é burro demais pra identificar o que nos fará bem ou o que nos fará mal e devolverá simplesmente tudo, seja um prêmio que tanto desejamos ou uma doença que temos medo de contrair. A questão central é: pensou-ganhou!

Ok, eu preciso confessar que não acredito nessa baboseira toda, mas eu adoraria que minha mãe acreditasse. Quem sabe ela não se tornaria um pouco mais otimista?

É meio difícil acreditar em tudo isso quando o próprio autor, afirma durante o texto que “Eu vivo em uma mansão de 4,5 milhões de dólares, tenho a esposa dos meus sonhos, tiro férias e viajo para os pontos turísticos mais incríveis do mundo, já escalei montanhas, fui a safáris e tudo isso aconteceu e continua a acontecer por conta de eu saber como aplicar o segredo.” Surpreendente não? E então, o que estou esperando pra iniciar meus pensamentos positivos exatamente agora? Bem, acho que ainda estou esperando que os famintos da África consigam seu tão sonhado prato de comida. Mas acho também que eles ainda não conseguiram isso por que estão pensando demais em sofrimento e morte (vendo seus parentes morrerem de doença e fome) e estão atraindo mais disso.

O livro defende que os pensamentos positivos são mais fortes e se quisermos que coisas boas aconteçam, precisamos pensar e crer nelas. Se isto realmente acontece, eu não sei, mas eu com certeza indicaria este livro a uma pessoa depressiva.



As tirinhas que ilustram o post são do Carlos Ruas do site "Um sábado qualquer"


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Resenha do Livro: Eu sou o Número Quatro

Olááááááá... Eu já deveria ter postado essa resenha há muito tempo, mas eu sempre esqueço e foi mal'z!

O livro de hoje é do autor Pittacus Lore(só eu que achei esse nome engraçado???) e se chama "Eu sou o número quatro". Eu o ganhei em Janeiro desse ano como presente de aniversário do meu irmão. Como pra mim não tem coisa melhor do que ganhar livros eu dei muitos pulinhos de alegria! ^^

Sinopse do Skoob: "Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo."

Quando eu li essa resenha, confesso que me deu um medo enorme de não gostar do livro, até por que eu estava em uma batalha épica com o "Guia do mochileiro das Galáxias" que teimava em não me agradar e de certa forma também fala de alienígenas. Mas, à medida que fui lendo o livro até que me agradou. Não é aqueeeeela história que você diz: "Oh minha nossa, que coisa incrível e que vontade de morder esse livro todinho", maaas, vale a pena!

John é um de nove aliens que vem pra terra depois que seu planeta é destruído. Eles são chamados de Gardes e são perseguidos pelos Mogadorianos(que me decepcionaram profundamente por que eu pensei que seriam Bad ass ¬¬). Os Gardes possuem poderes especiais que só se desenvolvem em determinada idade, cada vez que um desses nove morre, os outros recebem uma cicatriz. Eles são de certa forma, protegidos pelos Cêpans, que são "os caras" que vieram pra terra com eles, tipo guardiões. O legal é que eles só podem ser mortos na ordem de seus números. Entendeu agora o nome do livro????

A história tem aqueles clichês de: o personagem precisar ficar bem forte, um romance com uma mocinha, a rebeldia contra seu mestre e uma pessoa inesperada que chega pra tacar fogo em tudo ajudar. Acho que por John ser forte e ter que viver fugindo, eu esperava mais ação do livro, mas foi uma coisa meio calma. 

É meio difícil falar sobre livros quando cada pessoa tem gostos diferentes, mas eu indico a leitura!!!

















"O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Todos foram mortos. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo." 



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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

E mais uma vez eu sonho graças à Dan Brown

Nos últimos posts vocês souberam que eu estava lendo o livro "Inferno" de Dan Brown. Até nas fotos que eu fiz com a Igara, eu estava com ele... Na verdade quis aproveitar que ia de ônibus pra cidade da Igara, que fica aqui pertinho, e levei o livro pra ir adiantando a leitura.

Pois bem, eu finalmente o terminei. \õ/ E vou confessar pra vocês que cheguei até a sonhar com algumas partes do livro e fiz uma resenha mais baseada na minha opinião. Eu quero mesmo que vocês se interessem pela leitura e entendam por que eu gosto tanto do autor.



O livro é incrível. Procurei diversas palavras pra descreve-lo mas só essa realmente expressa o que achei. Dan Brown mais uma vez consegui me fazer mergulhar de cabeça em uma história e ansiar aos pulos o resultado do enredo.

Sempre defendi que minhas leituras se baseiam na necessidade de desligamento. Antes que você pense que sou louca eu explico. Quando eu pego um livro, eu não costumo parar e pensar sobre ele, não tento descobrir o que acontece e nem fico discutindo sobre a história. Quando eu pego um livro eu simplesmente me deixo levar pela leitura e liberto minha mente pra que ela construa cenários diversos e apegos por personalidades. Isso sempre foi muito fácil levando em conta que minha paixão é por livros de fantasia. Mas Dan Brown apresenta acima de tudo, histórias possíveis. O Enredo que ele nos apresenta, apesar, de complexo e extenso é facilmente imaginado e principalmente facilmente apaixonante. Nessas horas eu preciso discordar veemente de um colega que ousou dizer que Dan Brown é superficial e fraco. Minha  resposta é simples: Você não leu como eu li.



Deixa eu apresentar a sinopse do livro(literalmente): No meio da noite, o renomado simbologista Robert Langdon acorda de um pesadelo, num hospital. Desorientado e com um ferimento à bala na cabeça, ele não tem a menor ideia de como foi parar ali.
Ao olhar pela janela e reconhecer a silhueta do Palazzo Vecchio, em Florença, Langdon tem um choque. Ele nem se lembra de ter deixado os Estados Unidos. Na verdade, não tem nenhuma recordação das últimas 36 horas.
Quando um novo atentado contra a sua vida acontece dentro do hospital, Langdon se vê obrigado a fugir e, para isso, conta apenas com a ajuda da jovem médica Sienna Brooks.
De posse de um macabro objeto que Sienna encontrou no paletó de Langdon, os dois têm que seguir uma série inquietante de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada tanto pelo fim do mundo quanto por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia, de Dante Alighieri.
Pronto, sem spoilers. Enxuto e direto como o próprio livro apresenta. Não vou nem mencionar que essa breve, curta e superficial introdução não consegue, nem de longe, apresentar a grandiosidade do livro. Perdoe-me se você não gostar. Mas Dan Brown foi o primeiro autor que me fez gostar de uma leitura mais adulta.

Nos livros desse autor eu aprendi que é sempre bom a gente não se apegar muito a personagens, a maioria deles não são 100% confiáveis. Pra mim que me envolvi, choro, rio e até sonho com a história, tentar me desligar de alguém que gosto é difícil, pior ainda quando gosto de personagens secundários em que a chance deles morrerem é bem grande.

O que eu mais gostei foi a relação equilibradíssima apresentada no filme sobre a loucura de um cientista do século 21 e a magnífica obra de Dante Alighieri. Que por sinal, como é um poema, nunca senti muita vontade de ler. 

No livro, o leitor se encontra com uma acalorada discussão sobre o crescimento populacional do planeta e o resultado disto para o futuro. Na minha opinião, a exploração do tema é magnífica e pode me chamar de louca(pra quem leu o livro) mas eu adoraria a solução proposta pelo maluquete...kkkkkk

A história é bem agitada e se você não estiver atento durante a leitura pode acabar se perdendo. Como eu lia muito no trabalho e às vezes precisei parar pra atender os clientes, precisava voltar e reler o trecho pra me situar. Chegou uma hora que eu estava tão desesperada pra saber o que estava acontecendo(eu realmente me envolvo nas histórias) que deixei passar um detalhe importantíssimo... Precisei voltar pra poder entender tudo e me maldizer por ter sido tão burra e não ter compreendido tudo antes. haha

Eu com certeza indicaria esse livro pra quem gosta de se apegar à leitura. Ela não é cansativa e nem enjoativa, sem falar nas reviravoltas que a história dá. De vez em quando eu fazia aquela cara de: o.O (Não acredito).

Eu ainda preciso dar uma estrelinha à apresentação dos personagens, que é feita de forma bem sucinta, dica de ouro: Nunca confie nos personagens de Dan Brown, leia bastante, compare os livros, como eu gosto de fazer e você entenderá. 

Apesar de as coisas não mudarem* muito nos livros de Dan(só pros íntimos). Eu gosto bastante e desejo muitíssimo todos eles na minha coleção.

E você, já leu algum ou sentiu vontade de ler? Espero que eu tenha ajudado a despertar o leitor que há em você! rsrsrs

*Em todo os livros, um detalhe se repete... Robert Langdon é o CARA, segundo o autor. Ele sabe tudo, desvenda tudo e quando ele não sabe é por que ele não lembra...kkkk (Piada interna só pra quem leu)

Tive medo do post ficar muito grande então coloquei só o mais importante que é sobre o livro. Sobre minha opinião, raivas e mágoas, você encontra AQUI.