O livro começou sem graça, pensei em desistir da leitura umas 3 vezes antes mesmo de chegar à quinta página. Mas como boa leitora, eu sei que às vezes, a paciência é o que torna histórias maravilhosas. A história desenrolou bem e no final do 2° capítulo, a autoria nos convida a mergulhar na mente da personagem principal, a Gabriela e descobrir o que ela queria.
Imagine que você estivesse lendo o mesmo livro que eu, e nesta parte descreve-se uma cena comum: no meio da praça de alimentação de um shopping havia pessoas comendo(óbvio), famílias inteiras aproveitando o domingo à tarde, pessoas fazendo compras, vendedores vendendo, nada demais, correto?
Agora se te perguntassem o que essa pessoa que via essa cena mais queria, você responderia o quê?
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Antes de continuar a leitura, eu reli o parágrafo e memorizei cada detalhe...cada loja descrita, cada pessoa apresentada, cada emoçao.. Todas as situações foram expostas de forma a pensarmos realmente que a personagem estava indagando sobre sua vida e imaginando como seria estar na pele das outras pessoas. Até o momento que ela descobre o que realmente quer.
Talvez eu não vá conseguir expressar bem a minha frustração ao perceber que a personagem até então sonhadora e determinada(quem nunca?), queria a coisa mais clichê dos livros que possuem mulheres como protagonistas: Um namorado.
Talvez um dia, no futuro, quando alguém chegar de jeito e querer ficar. Até lá, só gosto da Gabriela no livro mesmo.
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